segunda-feira, 3 de março de 2014
Inspeção Visual Detalhada - Scott NXG7
INSPEÇÃO VISUAL DETALHADA
-Conjunto redutor de pressão
-Trava do redutor de pressão
-Orifício de conexão do cilindro no redutor (vedação de alta pressão)
-Dispositivo RIC UAC
-Dispositivo carona
-Módulo sensor do alarme de inércia
-Console de controle (manômetro, botões e visor led)
-Regulador de respiração (válvula de purga, botão de economia de ar, display informativo e trava do regulador)
-Suporte dorsal, Tirantes de ombro, cintura e fivelas.
-Retentor da válvula de demanda
-Correia de retenção do cilindro e trava do cilindro
-Cilindro e válvula do cilindro
-Máscara com visor panorâmico/mascarilha
-Dutos dos diafragmas de voz
-Bocal de entrada do regulador de respiração
-Borracha de selagem da peça facial (EPDM)
-Suporte do amplificador eletrônico na peça facial
-Sede de retenção da trava do regulador de respiração
-Tirante de cabeça da peça facial
Testes Operacionais - Equipamento Autônomo de Respiração (NXG7 Scott)
Testes Operacionais
-TESTE DO ALARME DE PÂNICO
-Sistema eletrônico e pneumático desligado
-Pressionar botão vermelho no console de controle
-Alarme de pânico acionado/luzes vermelhas no console
-Desativar alarme de pânico no botão amarelo do console
-Dispositivo PASS ativado para o próximo teste/ luz verde no console de controle
-TESTE DO PRÉ-ALARME E ALARME DE INÉRCIA
-Pré-alarme acionado quando epr 20 segundos de inércia
-Movimentar epr para desativar pré-alarme
-Pré-alarme acionado novamente quando 20 segundos de inércia
-Pressionar botão amarelo no console de controle para desativar pré-alarme
-Deixar equipamento inerte até ser acionado o alarme de inércia
-Alarme de inércia acionado
-Pressionar o botão amarelo no console de controle para desativar o alarme de inércia (dois clicks)
-Desligar sistema eletrônico (um click longo e um curto)
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
Oficiais da Capital expõem fragilidade da corporação em atender incêndios de grande proporção
As precariedades — e os nervos — do Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Sul ficaram expostas mais uma vez. O incêndio em uma empresa na zona norte de Porto Alegre — que durou cerca de seis horas até o rescaldo em uma luta contra o tempo para evitar que as chamas atingissem quatro bombas de combustíveis dentro de uma empresa de ônibus — foi mais um exemplo da fragilidade estrutural da corporação para combater o fogo.
O desabafo do major Rodrigo Dutra (leia abaixo), subcomandante da corporação em Porto Alegre e responsável pela área operacional na região, revela um quadro preocupante. Colegas de farda também relataram percalços do cotidiano que envergonham os bombeiros. A existência de apenas uma autoescada, a inexistência de caminhões-pipa, falha nos radiocomunicadores e só uma viatura para cada um dos oito batalhões, quando o necessário seria o dobro, mostra que a realidade pouco mudou desde o incêndio do Mercado Público, em julho passado. O déficit é de quase 600 homens, no mínimo. Hoje a Capital tem 230 bombeiros.

Nesta semana foi definida a abertura de licitação para a compra de equipamentos para 2014 por meio do Fundo de Reequipamento do Corpo de Bombeiros (Funrebom), com verba de R$ 2 milhões. Entre os materiais, está prevista a aquisição de uma ferramenta fundamental: o oxi-explosímetro, que permite entrar em ambiente confinado com vazamento de gás. Ontem, os bombeiros de Porto Alegre encaminharam ao comando da Brigada Militar uma lista com as necessidades no total de R$ 16 milhões, incluindo três viaturas com autoescada mecânica ou plataforma.
Comandante dos bombeiros da Capital, o tenente-coronel Adriano Krukoski afirma que, desde 1998, a corporação não recebe viaturas do Estado. Segundo o comandante-geral dos Bombeiros, coronel Evilton Pereira Diaz, o último investimento do governo do Estado em viaturas para Porto Alegre ocorreu em agosto de 2013, quando foram comprados três caminhões de combate a incêndio.
Ele afirma que a previsão, entre custeio e investimento, é de R$ 13 milhões para 2014. Já foram licitados seis caminhões de bombeiros para esse ano. Nenhum para Porto Alegre. O coronel afirma que o Centro de Comunicações da Brigada está averiguando falhas nos radiocomunicadores.
O comandante sustenta que a corporação tem feito esforços para ampliar o contingente, incluindo a contratação de 600 homens ao efetivo em 2013. Este ano, já foi publicado o edital para a inclusão de mais 400 bombeiros. Atualmente, a defasagem de pessoal é de 40%. Há 2,6 mil bombeiros no Estado, mas deveria haver cerca de 4,3 mil.
A Secretaria da Segurança Pública foi procurada para falar sobre investimentos, mas disse que não cabe a ela falar sobre isto. ZH também tentou contato com a Brigada Militar, que designou o coronel Evilton para falar sobre o assunto.
O desabafo de quem está na linha de frente
Ao relatar em ordem cronológica as providências e dificuldades para combater o incêndio na noite de terça-feira, o subcomandante do Corpo de Bombeiros de Porto Alegre, major Rodrigo Dutra, expõe a precariedade de estrutura, como carência de caminhão-pipa e caminhões de combate a incêndio e sistema de radiocomunicação ineficiente.
19:30
"Em meio à reunião com a diretoria do Inter (de liberação do estádio para o jogo de ontem), ouço no rádio o código 66, referente a apoio (pedido de socorro). Diziam que era perto do DC Navegantes e que era de grandes proporções. Como comandei a operação do Mercado Público aqui em Porto Alegre, pensei na hora: 'Isso não vai dar certo'. Abandonei a reunião."
19:32
"Entrei na viatura. Ligamos a sirene e saímos a toda. Pelo rádio tentava me informar do que estava acontecendo, e nada. Vamos para o celular. Há na mesa do 193, o atendente do Ciosp, dois telefones, um que recebe chamadas administrativas e outro, a ligação de emergência, com uma pessoa atendendo cada um. Não consegui falar com os caras. O sistema de rádio ora funciona, ora não funciona."
19:50
"Chegando lá, começa o calvário da ocorrência. O controle do incêndio principal estava focado na proteção do shopping. Nenhuma equipe conseguia romper os portões de ferro que davam acesso à zona entre a empresa (Ouro e Prata) e o shopping. Precisaríamos entrar lá. O objetivo era conter a propagação. Vi um sargento tentando pular o portão e caindo no chão por causa de um choque elétrico. Não tinha desencarcerador (espécie de macaco hidráulico capaz de abrir portões de ferro). Em um incêndio, tu jogas contra o tempo.
19:55
"Pedi que um caminhão de bombeiros tentasse entrar de ré e botar o portão abaixo. Passa por cima, azar. O fogo estava a 50 metros deste portão. Alguém apareceu com um controle remoto e abriu o portão. E aí começam as dificuldades de ser em uma cidade como Porto Alegre com só oito quartéis e meia dúzia de caminhões velhos."
20:00
"Estava enlouquecido com o meu rádio tentando comunicar a CEEE para que a energia elétrica fosse desligada no local. Entrei na viatura para pegar o rádio, mas ela não tinha rádio. E os bombeiros combatendo as chamas com o prédio energizado. Avistei uma viatura da Brigada Militar. Peguei o rádio deles e acionei a rede. O oficial que atendeu disse que eu estava acessando a rede do 11º BPM. Eu disse: 'Eu sei. Só estou querendo tua ajuda para dizer ao coordenador do Ciosp que a rede do Corpo de Bombeiros está inoperante. Aciona a mesa dos bombeiros, que é do teu lado aí, e pede para eles avisarem a CEEE com brevidade para cortar a energia'. Amadorístico total, né? Cidade da Copa."
20:20
"Não sei de onde vieram, mas dei graças a Deus. Depois fiquei sabendo que eram bombeiros voluntários de Eldorado do Sul e Camaquã, que vieram por conta própria. Não permitimos que entrassem por questões de segurança, mas a água foi a salvação. Depois acionamos empresas privadas que trouxeram caminhões-pipa."
21:20
"A escada mecânica estava posicionada perto dos quatro tanques de combustíveis, jogando água o tempo todo para evitar que fossem atingidos. Neste meio tempo, voltou a pegar fogo na área da loja. O certo seria ter outra escada mecânica que pudesse ser posicionada ali para combater as chamas, mas não tínhamos."
21:30
"Novo reposicionamento tático da escada. Se houvesse escadas suficientes, viaturas em condições e caminhões-pipa, nem a metade daquela área teria sido queimada. Imagina o desespero de saber o que tem de ser feito e não ter como fazer."
Bombeiros da Capital, que pedem para não ser identificados com receio de sofrerem represálias, enumeram as dificuldades de trabalho no dia a dia:
"Alguns EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) estão rasgados e descosturados. Isto nos expõe a risco. O meu é de cinco anos atrás. Mas as roupas não duram muito, pegam fogo na ocorrência. A situação está precária. Já aconteceu de chegar a uma residência, o carro queimando na garagem, e a mangueira não ligar porque a bomba que faz pressão para a saída de água estragou, por exemplo. Eu com vergonha, e o carro todo queimado."
"Este caminhão que temos não tem segurança nenhuma. É um lixo. Tem problema nos freios. Aí, tu imagina, a gente tem de andar correndo, cortando o trânsito, andar carregando 5 mil litros de água. Às vezes, tem de frear de soco. É perigo para nós e para os outros motoristas. O cara nem pensa muito, meio que confia no colega que está dirigindo."
"A nossa preocupação é chegar à tua casa, te olhar e dizer: 'Não tem o que fazer'. A escada que temos vai até o oitavo andar de um prédio. Se tu tiver no nono vai ter de te atirar porque eu não tenho o que fazer para te salvar. Pegamos acidentado preso em uma grade, em que a pessoa ficou espetada e não tinha o material para tirar. Como eu me sinto com isto?"
"Porto Alegre não tem um caminhão-pipa, sempre que dá um incêndio grande desses (o fogo em uma loja na zona norte da Capital, na noite de terça-feira), empresas nos doam voluntariamente os delas. Desta vez, foi assim. Teve uma hora que ficamos de mãos atadas, a mangueira seca porque não tinha água. Aí, dá uma tristeza, né? A gente luta, luta, luta e leva um nocaute técnico."
FONTE:
Jornal ZERO HORA
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
NOTA DE FALECIMENTO
O CBMDF informa que no último domingo (09) faleceu o Soldado Luis Augusto Aragão Feitosa de 23 anos, vítima de um acidente aéreo numa chácara próxima à cidade de Taquaralto no estado de Tocantins.
O SBM Luis Augusto ingressou na Corporação em 2012 e estava lotado no 13º GBM do Guará I.
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
Nova viaturas tipo ASE do 2º GBM
O Comando do CBMDF informa que a Corporação receberá até o final de março/14 o 1º lote de 11 viaturas operacionais do tipo ASE fabricados pelo Grupo espanhol Iturri. Esses novos carros são equipados para atendimento em ocorrências de salvamento e extinção de incêndios, além de 67 equipamentos e materiais distintos adequadamente acomodados em prateleiras, gavetas, painéis e suportes.
O objetivo é dotar a população do DF de viaturas de ponta, reduzir o tempo resposta ao socorro e proporcionar aos militares o que há de mais moderno em carros de bombeiro.
Seguem dados complementares com lista de materiais e atributos técnicos do ASE:
Lista de equipamentos:
- Cortador - ferramenta de desencarceramento
- Expansor - ferramenta de desencarceramento
- Cilindro - ferramenta de desencarceramento
- Cortador de pedal - ferramenta de desencarceramento
- Motobomba hidráulica de desencarceramento
- Guincho de alavanca tipo Tirfor
- Arco de serra
- Balão de iluminação
- Bomba submersível para esgotamento
- Cabo elétrico (Quantidade 02)
- Caixa de ferramentas para serviços elétricos
- Calças para operadores de motosserra (Quantidade 2)
- Capacetes para operadores de motosserra (Quantidade 2)
- Chave para hidrantes subterrâneos
- Chave universal para acoplamento Storz de 1,5”, 2,5” e 4” (Quantidade 2)
- Cones de controle de tráfego (Quantidade 10)
- Cabo (corda) com bolsa de transporte (Quantidade 02)
- Corda de amarração com bolsa de acondicionamento. (Quantidade 2)
- Corta vergalhão (tesourão)
- Cortador a disco
- Croque bombeiro
- Cunha (para rachar)
- Divisor
- Enxada (Quantidade 02)
- Enxadão (Quantidade 02)
- Escada prolongável (extensível)
- Esguicho de jato regulável de 1,5”
- Esguicho de jato regulável de 2,5”
- Extintor de PQS
- Extintor de CO2 portátil
- Facão com bainha
- Ferramenta de salvamento combinada
- Filtro tipo Cesto
- Foice
- Gadanho
- Gancho Tipo H
- Hidro-escudo
- Holofote manual recarregável
- Kit de almofadas infláveis
- Lanterna tipo pisca (Quantidade 02)
- LGE de alta expansão (galão de 20 litros)
- Luvas de proteção contra descargas elétricas (Quantidade: 3)
- Luvas resistentes a produtos químicos (Quantidade: 2)
- Machado Tipo Bombeiro
- Malho de borracha
- Mangote de sucção (Quantidade 4)
- Mangueira de 1,5” (Quantidade 20)
- Mangueira de 2,5” (Quantidade 10)
- Mantas de resgate (Quantidade 04)
- Marreta de 5 kg com cabo de madeira
- Martelo de dupla face
- Motosserra
- Pá de bico quadrado
- Pá de bico redondo
- Pé de cabra
- Picareta (Quantidade 02)
- Ponte para Mangueiras (Quantidade 02)
- Recipiente para gasolina
- Redução Storz 2,5” para 1,5”
- Rolo de fita zebrada para isolamento (Quantidade 04)
- Suporte de mangueira de incêndio (Quantidade 2)
- Tapete de borracha para isolamento elétrico (Quantidade: 1)
- Tapete de borracha isolante elétrico
- Transportador de mangueira (Quantidade 20)
- Tripé
- Válvula de retenção
- Ventilador para combate a incêndio
Atributos técnicos
- cabine dupla original de fábrica (Scania - Suécia)
- PBT - 18 toneladas
- Potência - 360 hp
- Sistema de freios com ABS e EBS (Eletronic Brake System)
- Sistema automático de controle de tração
- Caixa de marchas automática (Alisson - EUA)
- Tanque de água com capacidade para 3.000 litros
- Bomba de incêndio com vazão de 3.000 lpm (Godiva - Inglaterra)
- Sistema de Espuma a Ar Comprimido (Gimaex - França) capaz de produzir até 7 litros de espuma para cada litro de água
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
sábado, 1 de fevereiro de 2014
Rapel com Segurança - Como resolver um nó boca de Lobo?
A boca de Lobo é um nó que é dado no oito quando a parte inferior da corda, é levada até a parte superior.
Técnicas adequada, para isso, chamamos de Auto -Resgate.
O Auto- Resgate empregamos quando podemos resolver o problema sem contar com ajuda de outra pessoa
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